Não posso discordar dos muitos “intelectuais” que dizem que os livros do Dan Brown são modinha ou fáceis demais. Mas também não posso deixar de dizer que gosto.
Para mim ele não é bem um escritor, é um roteirista. Os livros dele têm um “ar Hollywoodiano” impossível de deixar escapar! Leio imaginando cenas de filme e por isso fiquei feliz – mesmo concordando com o comentário padrão de que “filmes baseados em livros nunca são tão bons quanto o livro” – que foram feitos dois longas baseados em suas histórias. Gosto de ver como filmaram algo que imaginei sozinha.
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Os livros realmente têm um defeito: são bem digeridos, considerando o leitor um ignorante. Mas é claro: best-sellers não são best-sellers à toa. Todos têm que entender para todos gostarem.
Então ele recorre àquele conhecimento de Discovery Channel em forma escrita e com uma história em volta. Pra mim tudo bem: eu gosto do conhecimento de Discovery Channel e gosto das histórias que ele cria em volta.
Além do mais ele brinca com “gente grande”. Religião, Louvre, Papado, Presidente dos US… não são histórias pra boi dormir. Vendo lugares, organizações e nomes renomados verdadeiros você lê misturando mentira com realidade. Mesmo sendo mastigado demais é divertido.
Posso dizer que Dan Brown é um dos únicos autores de livros de ficção que eu posso dizer que gosto. Ficção escrita acho chato. Como prefiro ficção em forma de filme nada mais justo do que gostar do livro que parece filme, né?
Se você ainda não leu e vai fazer isso lembre-se da minha dica: sempre o personagem que parece mais bonzinho, mais querido, sempre apoiando os personagens principais e sendo um amor de pessoa é o malvado no final. Sempre. Fica a dica ;)
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Quanto aos filmes baseados nos livros dele: gostei. Como sempre cortaram muitas passagens, muitos momentos de espera até um insight, muitos personagens, muitas relações entre personagens… mas no geral ficaram ótimos e lindamente produzidos.
Os filmes são ainda mais digeridos, claro, cortando muita explicação e indo direto pra ação.
Além do mais em O Código da Vinci tem a lindíssima fofíssima maravilhosa Audrey “Amelie” Tautou. Ela foi uma escolha certeira para o papel.
E em Anjos e Demônios tem o lindinho Ewan McGregor (só depois fiquei sabendo, na realidade, sou uma negação em reconhecer atores quando estão em papéis diferentes). Ele também foi a melhor escolha possível para o papel e não vou dizer o motivo pois isso seria spoiler. Mas tem a ver com ele ser uma gracinha rs…
Para quem não se acha superior demais para ler “livro pop” fica a dica: é divertido ler Dan Brown assim como ver um filme, só que demora mais. =]
Sabe o que faz pessoas serem famosas de verdade? Celebridades? Seja na política, na música, no cinema…
Elas não ficam em cima do muro.
Vi uma vez um “diagrama” que mostrava que ter uma opinião super a favor ou super contra algo é ótimo. Ter uma opinião neutra não te leva a lugar nenhum. E é bem isso que as pessoas fazem para serem famosas.
Ela poderia ser uma atriz qualquer, mas decidiu adotar crianças da África. Muita gente acha que é para se exibir, muita gente acha lindo, muita gente acha inútil, muita gente acha uma atitude de amor. Não interessa o que é, o que interessa é que as pessoas acham algo. E aquela outra atriz, que não fez nada de “errado” ou “certo” (afinal isso depende de cada um), não é nem lembrada.
Ele poderia ser um cara comum. Mas decidiu tentar falar sobre o comunismo, participar de revoluções. Tem gente que o ama, tem gente que o acha ridículo. Os caras que durante essa revolução ficaram em cima do muro não têm seus rostos estampados nem camisetas por aí.
Não preciso nem citar nomes, mas acredito que esses exemplos são o suficiente para ilustrar o que quero dizer.
Hoje vi dois fatos “acontecerem” no Twitter, os dois diretamente ou indiretamente relacionados com a idéia de “salvar o planeta”:
1. Pessoas falando mal da Hora do Planeta, falando como isso não leva a nada. Outras falando bem, que isso é necessário e útil.
2. Pessoas comentando sobre o caso de um blog que foi fechado por uma ação judicial realizada por uma ONG Vegetariana pois nele eram publicados posts que falavam “mal” do vegetarianismo e veganismo.
E eu, sempre quieta, olhando tudo. Sinceramente? Achei a maioria dos comentários dispensáveis. Poucos sabem do que estão falando.
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1. Sobre a Hora do Planeta
Tirando as pessoas que vão fazer isso porque viram no Fantástico existem pessoas otimistas e pessoas pessimistas – “ambientalmente” falando:
Se você é uma pessoa otimista deve acreditar que toda tentativa para reverter a situação de destruição do planeta é válida. Pequenas ações podem mudar algo e, aos poucos, poderemos acabar com os males que atingem a Terra como o excesso de população, a poluição e o consumo exagerado dos recursos naturais. Etc…
Se você é uma pessoa pessimista deve acreditar que não adianta fazer nada pelos diversos motivos: o ser humano não presta mesmo e não vai mudar. É parte do ciclo da terra nós a destruirmos. Isso tudo é enganação, a situação não está tão ruim assim. Todas as atitudes de tentativa de mudança são uma grande conspiração “dos poderosos”. Etc…
Pra mim as pessoas do primeiro grupo são todas românticas e sonhadoras. As do segundo grupo são todas alienadas de direita que lêem a Veja.
Teve uma pequena grande discussão sobre o assunto no post do Bruno Mendonça. Lá você vê os dois tipinhos que citei aqui. Pessoas otimistas X pessimistas. Como é tudo na base do achismo repito: todos bobinhos. Digo e repito: não acredito em achismo. Ciência faz sentido. Até as religiões fazem algum sentido. Achismo é só uma forma idiota de explicar algo que a pessoa não tem a menor idéia. Por isso “achadores” não têm o meu respeito.
“Acho” que vai funcionar porque “acho” que toda ação é válida (ah é? Então me prove. Historicamente, alguma coisa realmente funcionou?)
“Acho” que não vai funcionar porque “acho” que é tudo conspiração (tá bom, me mostre a conspiração). Não está acontecendo nada de errado (sabe que além dos artigos da Veja com ambientalistas de direita existem outras fontes né, amiguinho?).
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2. Sobre o vegetarianismo
Tenho que avisar que não só já fui vegetariana, vegan e até crudívora como ainda tenho muitos amigos e conhecidos que são ativistas pelo vegetarianismo.
Nessa área conheço dois tipinhos clássicos:
O vegetariano radical que não só acha que está fazendo todo o certo para um planeta melhor como não anda com pessoas que não são vegetarianas, não namora com pessoas que não são vegetarianas e só sabem conversar sobre vegetarianismo.
O “carnívoro” que de tão ignorante pensa que “vegetariano só come alface”.
Pra mim as pessoas do primeiro grupo são todas segregadoras e acham que estão cheias de razão só porque sabem de uma coisinha verdadeira (fatos científicos provam todos os benefícios para saúde, meio ambiente e economia que o vegetarianismo bem praticado traz, isso não dá para negar) – muitas vezes se esquecem que a saúde pessoal ou o meio ambiente não são relacionados só ao que você come ou veste – é tudo uma questão de estilo de vida. Ter amigos e saber conversar sobre arte também traz saúde.
As pessoas do segundo grupo são simplesmente ignorantes. Podem saber muita coisa sobre várias coisas, mas insistem em acreditar em bobagens como “só tem proteína na carne” ou “leite de caixinha é saudável”. Gente narrow-minded mesmo.
Pessoalmente assim que desisti de me chamar de vegetariana desisti de conversar sobre isso – muitos vegetarianos são um porre e quando o assunto é carne os “carnívoros” são um porre ao quadrado.
Ah sim, caso não conheça, o blog processado é o Ato ou Efeito. Li os artigos sobre vegetarianismo lá e só tenho duas conclusões:
O pessoal do AOE é o segundo tipinho. Eu poderia responder cada frase ignorante com um link de artigo científico diferente, se eu ainda me envolvesse nesse tipo de discussão.
O pessoal que processou eles não têm o que fazer da vida, só pode. Pelamordedeus né, processar um blog porque falaram mal da sua “seita”? Me poupe.
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Quando se trata de assuntos como esse deixo bem longe o ditado “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. Prefiro é que nem falem de mim. Meu lugar é em cima do muro onde continuo me achando superior como uma boa pisciana.
E não, eu não acredito necessariamente em astrologia.
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Ps.: vejam a diferença entre um post em cima do muro e um levantando bandeira. É só comparar este aqui com o post do Bruno ou os do Ato ou Efeito. É o que falei lá em cima.
Um passarinho azul já deve ter contado o que eu acho do estereótipo de mulherzinha moderna de revista.
Aquelas que acordam cedo, tomam um banho com todos os produtos de beleza que existem, vão tomar café da manhã em uma mesa cheia de frutas, iogurtes que fazem bem para o intestino, uma criança fofinha e comportada e um marido lindo e gostosão. Depois elas colocam um terninho bege e vão para o “trabalho”. Nunca se sabe que trabalho é esse, mas ela sempre está de terninho bege e óculos.
Depois ela vai para a academia, faz compras, chega em casa (limpinha e maravilhosa) e passa veneno contra insetos. Brinca com a criança no quintal. Anoitece e ela, como em um passe de mágica, vira uma mulher fatal. Tira o terninho e o óculos, coloca uma lingerie. Solta o cabelo que está sedoso graças aos shampoos maravilhosos que ela compra e vai lá fazer amor com o marido gostosão.
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Hoje é o dia da mulher. Não é um boom do comércio como o dia das mães ou o natal, nem vende-se tantas flores. Mas é nessa época, semana e mês “da mulher”, que só se fala nessa mulher modernina aí de cima.
As revistas femininas têm um padrão de mulher. Ela cozinha, lava, passa, cuida das crianças, tem um cabelo lindo e vai trabalhar todo dia de terninho. Além de ser super antenada, ter seu próprio blog e querer cada dia um sexo mais livre e cheio de orgasmos. Ela tem um carro com todos os lugares para colocar bugigangas e super seguro para as crianças.
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Eu quero parabenizar as mulheres. Mas não essas aí. Simplesmente porque elas não existem.
Quero parabenizar aquelas mulheres de verdade.
Aquelas que acordam quando ainda tá de noite, lá na cidade metropolitana, tomam um banho, comem um pão com margarina e um café com leite, pegam um ônibus e vão trabalhar de calça jeans.
Aquelas que chegam em casa quando já é de noite e não podem brincar com as crianças no quintal.
Aquelas que não têm quintal.
Aquelas que não têm crianças.
Aquelas que gostam dos seus homens. E aquelas que gostam de suas mulheres.
Aquelas que gostam de ficar sozinhas.
Aquelas que não têm tempo, todos os dias, de passar os cremes que deveriam.
Aquelas que não têm dinheiro para comprar cremes.
Aquelas que não nasceram lindas e gostosas e mesmo assim vivem como se não fossem jogadas de lado por causa disso.
Aquelas que não nasceram ricas e não se dão ao luxo de ir para a academia ou comprar uma roupa nova por mês.
Aquelas que não vivem com as unhas longas e sexies porque precisam lavar roupa e louça.
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Quero parabenizar principalmente as mulheres de verdade que sonham e correm atrás dos seus sonhos. Que têm um plano para sua vida. As mulheres de verdade que estão por aí, livres leves e soltas. Nós vemos essas mulheres todos os dias. E algumas de nós são essas mulheres.
Alguns blogs que encontro por aí tem nomes muito divertidos e inteligentes. Fico muito contente, e com um pouco de inveja, de saber que tem gente com tanta criatividade por aí! rs… são eles:
O post anterior estava pronto faz uns 2 meses já. Deixei ele lá para postar em uma segunda (e hoje é terça, whatever). Já tava com a lista, era só eu colocar os links dos vídeos e fazer os comentários engraçadinhos. Hoje eu resolvi postar, fiz a pesquisa dos vídeos enquanto rolava meu shuffle no Itunes.
E do meu Itunes uma música brotou nos meus fones: War Is Over. Do John Lennon e da Yoko Ono.
Não faz tanto tempo assim que ouvi essa música com “outros ouvidos”, realmente prestando atenção. Na realidade foi quando estava aprendendo inglês e conseguia realmente entender o que era dito (isso faz uns… 6 anos).
Pois bem. Acho engraçado que essa música seja tocada somente no natal. Sim, o tema da música é o Natal e seu “segundo nome” é “Happy Xmas”, mas a música é tão mais que isso.
Sabe, é uma música tipicamente riponga. Vamos acabar a guerra. Paz e amor. Mimimimimi.
Isso não a impede de ser uma mensagem verdadeira, pois a guerra nada mais é do que a filha mais nova de todos os outros problemas que temos por sermos demasiadamente humanos.
Olha, eu sempre choro quando escuto essa música. Procurei um vídeo no Youtube para colocar aqui no blog e me deparei com o mais visualizado de todos. É este aqui. Não sei quem fez, mas a única coisa que me passou na cabeça foi: a consequência de estarmos nessa situação é o fato de muitas pessoas olharem isso e não se abalarem. Parece algo totalmente inconsistente a se falar, mas é o que eu pensei.
Mas o que realmente me fez parar e pensar que a humanidade é uma merda foi um comentário que foi feito nesse vídeo:
“We really haven’t made any progress have we.”
Infelizmente a resposta é: não, meu amigo. Não fizemos progresso algum.
Ele: Quando dava seis horas nós ficávamos em volta do computador e líamos a página do dia seguinte, fazíamos os ajustes finais, colocávamos alguns eufemismos para nos divertirmos…
Ela: Por exemplo?
Ele: Ele era um cara jovial – significava que ele era alcóolatra. Ele valorizava a privacidade – gay. Ele aproveitava sua privacidade – extremamente gay.
Ela: Qual seria o meu eufemismo?
Ele: Ela era… estonteante.
Ela: Isso não é um eufemismo.
Ele: Sim, é.
Não, essa não é a cantada infalível. É só um exemplo de uma cantada infalível.
Desculpe desapontar quem estiver lendo, mas a cantada infalível não tem receita. Não existe esta ou aquela que funcionam com todos os pretendentes – seja você homem um mulher. O que muita gente não sabe é que as cantadas mais infalíveis são aquelas que se encaixam no contexto do momento, com aquela pessoa, com aquela conversa, com aquele timing.
A cantada infalível é a criatividade
A cantada que usei como exemplo, tirada do filme “Closer“, mostra como todas as cantadas deveriam ser: dentro do contexto da conversa, com criatividade.
As clássicas de pedreiro como “ô, lá em casa” ou “xuxu da minha marmita” podem até divertir, mas não vão fazer alguém ficar sem palavras.
E se o seu objetivo é conquistar alguém (seja por um momento, uma noite ou por muito tempo) você tem que deixar a pessoa sem palavras. ;)
Quando tenho crises de Pollyanna sim, me sinto uma criança. Inocente e vendo o mundo todo colorido. Inclusive, meu primeiro post no blog foi durante uma crise de Pollyanna… rs… mas elas são leves. Positiva sou sempre, mas às vezes sou uma positiva ligeiramente reclamona!
Agora, se tem uma coisa de criança que eu adoraria fazer hoje…
…é acordar em um dia de frio e dizer: “hoje eu não vou!”. Tudo bem que eu não era paga para ir para a aula… mas eram bons tempos. Ser estudante é bom por isso, ninguém depende de sua presença na aula (a não ser naqueles dias de apresentação em grupo que sempre tem um que dá o cano! rs…). Queria que alguém tivesse me falado para aproveitar mais aquelas manhãs debaixo das cobertas quentinhas, pois isso não volta.
Acho que é minha consciência dizendo que eu tenho que parar de fazer somente coisas que trazem dinheiro e voltar a fazer coisas que simplesmente dão prazer. Estou começando a fazer isso aos poucos… e uma das coisas que mais gosto de fazer é desenhar. Sem pretenção, sem ser projeto de logotipo, personagem ou rascunho de layout.
Desenhar simplesmente o que passa pela cabeça e o que me desperta a criatividade…
Mas voltando ao sonho pesadelo: eu estava andando na rua e vi uma escola de desenho, pequena e apertada. Entrei e perguntei o preço. Não lembro quanto era. Só sei que tinha um velhinho que era o dono da escola e veio falar comigo. Perguntou se eu já desenhava algo e eu disse que sim, nessa hora – como é de se esperar em sonhos – percebi que estava com uma pasta com desenhos meus. Mostrei para o velhinho e ele começou a olhar e apontar milhões de defeitos em todos eles, falando “não, você não sabe desenhar.” Foi triste. No sonho eu chorei.
Acordei pensando nisso: “caramba, preciso voltar a desenhar por desenhar”. Vim correndo ver alguns desenhos nas minhas pastas só para me convencer que eu sei fazer isso mesmo, ao contrário do que o velhinho from hell me disse no meu próprio sonho. Vasculhando meu DeviantArt acho que tudo vai ficar bem, não desenho tão mal assim, ainda há esperança.
Achei lá inclusive um desenho que preciso terminar faz mais de um ano.
E se desenhar está tão fora de órbita, imagina pintar… também tenho uma pasta cheia de rascunhos para telas, um rolo de tela aqui do meu lado pronto para ser pintado, mas quem disse que faço isso?
A última tela que fiz postei aqui no blog. Foi em Outubro do ano passado. =T
Os anos 50/60 parecem ter sido anos interessantes para se viver. Porém, dificilmente eu decidiria voltar ao passado. Gosto muito dos costumes, da liberdade e da tecnologia do presente.
Talvez o futuro seja legal, mas como não tenho certeza se a humanidade vai durar muito, acho que agora é a época certa para eu viver, estou contente com o hoje =D
Embora minhas férias estejam longe (aliás, longe meeeeeeeeesmo, infelizmente), queria aproveitá-las para sair de Curitiba. Como está longe acredito que eu consiga guardar um dinheiro para fazer uma bela viagem para o local que mais quero conhecer na América: Machu Picchu. Levando em consideração que um pacote interessante está custando mais ou menos R$ 3.000, provavelmente conseguirei ir nas próximas férias. =)
Quero tirar belas fotos de lá… olha só que lindas as construções feitas pelos incas e as paisagens feitas pela natureza: