• Posts da categoria: Diversos
%d 28UTC %B 28UTC %Y
Não posso discordar dos muitos “intelectuais” que dizem que os livros do Dan Brown são modinha ou fáceis demais. Mas também não posso deixar de dizer que gosto.
Para mim ele não é bem um escritor, é um roteirista. Os livros dele têm um “ar Hollywoodiano” impossível de deixar escapar! Leio imaginando cenas de filme e por isso fiquei feliz – mesmo concordando com o comentário padrão de que “filmes baseados em livros nunca são tão bons quanto o livro” – que foram feitos dois longas baseados em suas histórias. Gosto de ver como filmaram algo que imaginei sozinha.
—–
Os livros realmente têm um defeito: são bem digeridos, considerando o leitor um ignorante. Mas é claro: best-sellers não são best-sellers à toa. Todos têm que entender para todos gostarem.
Então ele recorre àquele conhecimento de Discovery Channel em forma escrita e com uma história em volta. Pra mim tudo bem: eu gosto do conhecimento de Discovery Channel e gosto das histórias que ele cria em volta.
Além do mais ele brinca com “gente grande”. Religião, Louvre, Papado, Presidente dos US… não são histórias pra boi dormir. Vendo lugares, organizações e nomes renomados verdadeiros você lê misturando mentira com realidade. Mesmo sendo mastigado demais é divertido.
Posso dizer que Dan Brown é um dos únicos autores de livros de ficção que eu posso dizer que gosto. Ficção escrita acho chato. Como prefiro ficção em forma de filme nada mais justo do que gostar do livro que parece filme, né?
Se você ainda não leu e vai fazer isso lembre-se da minha dica: sempre o personagem que parece mais bonzinho, mais querido, sempre apoiando os personagens principais e sendo um amor de pessoa é o malvado no final. Sempre. Fica a dica ;)
—–
Quanto aos filmes baseados nos livros dele: gostei. Como sempre cortaram muitas passagens, muitos momentos de espera até um insight, muitos personagens, muitas relações entre personagens… mas no geral ficaram ótimos e lindamente produzidos.
Os filmes são ainda mais digeridos, claro, cortando muita explicação e indo direto pra ação.
Além do mais em O Código da Vinci tem a lindíssima fofíssima maravilhosa Audrey “Amelie” Tautou. Ela foi uma escolha certeira para o papel.

E em Anjos e Demônios tem o lindinho Ewan McGregor (só depois fiquei sabendo, na realidade, sou uma negação em reconhecer atores quando estão em papéis diferentes). Ele também foi a melhor escolha possível para o papel e não vou dizer o motivo pois isso seria spoiler. Mas tem a ver com ele ser uma gracinha rs…

Para quem não se acha superior demais para ler “livro pop” fica a dica: é divertido ler Dan Brown assim como ver um filme, só que demora mais. =]
%d 25UTC %B 25UTC %Y
Sabe o que faz pessoas serem famosas de verdade? Celebridades? Seja na política, na música, no cinema…
Elas não ficam em cima do muro.
Vi uma vez um “diagrama” que mostrava que ter uma opinião super a favor ou super contra algo é ótimo. Ter uma opinião neutra não te leva a lugar nenhum. E é bem isso que as pessoas fazem para serem famosas.
Ela poderia ser uma atriz qualquer, mas decidiu adotar crianças da África. Muita gente acha que é para se exibir, muita gente acha lindo, muita gente acha inútil, muita gente acha uma atitude de amor. Não interessa o que é, o que interessa é que as pessoas acham algo. E aquela outra atriz, que não fez nada de “errado” ou “certo” (afinal isso depende de cada um), não é nem lembrada.
Ele poderia ser um cara comum. Mas decidiu tentar falar sobre o comunismo, participar de revoluções. Tem gente que o ama, tem gente que o acha ridículo. Os caras que durante essa revolução ficaram em cima do muro não têm seus rostos estampados nem camisetas por aí.
Não preciso nem citar nomes, mas acredito que esses exemplos são o suficiente para ilustrar o que quero dizer.
Hoje vi dois fatos “acontecerem” no Twitter, os dois diretamente ou indiretamente relacionados com a idéia de “salvar o planeta”:
1. Pessoas falando mal da Hora do Planeta, falando como isso não leva a nada. Outras falando bem, que isso é necessário e útil.
2. Pessoas comentando sobre o caso de um blog que foi fechado por uma ação judicial realizada por uma ONG Vegetariana pois nele eram publicados posts que falavam “mal” do vegetarianismo e veganismo.
E eu, sempre quieta, olhando tudo. Sinceramente? Achei a maioria dos comentários dispensáveis. Poucos sabem do que estão falando.
—————————————————
1. Sobre a Hora do Planeta
Tirando as pessoas que vão fazer isso porque viram no Fantástico existem pessoas otimistas e pessoas pessimistas – “ambientalmente” falando:
Se você é uma pessoa otimista deve acreditar que toda tentativa para reverter a situação de destruição do planeta é válida. Pequenas ações podem mudar algo e, aos poucos, poderemos acabar com os males que atingem a Terra como o excesso de população, a poluição e o consumo exagerado dos recursos naturais. Etc…
Se você é uma pessoa pessimista deve acreditar que não adianta fazer nada pelos diversos motivos: o ser humano não presta mesmo e não vai mudar. É parte do ciclo da terra nós a destruirmos. Isso tudo é enganação, a situação não está tão ruim assim. Todas as atitudes de tentativa de mudança são uma grande conspiração “dos poderosos”. Etc…

Pra mim as pessoas do primeiro grupo são todas românticas e sonhadoras. As do segundo grupo são todas alienadas de direita que lêem a Veja.
Teve uma pequena grande discussão sobre o assunto no post do Bruno Mendonça. Lá você vê os dois tipinhos que citei aqui. Pessoas otimistas X pessimistas. Como é tudo na base do achismo repito: todos bobinhos. Digo e repito: não acredito em achismo. Ciência faz sentido. Até as religiões fazem algum sentido. Achismo é só uma forma idiota de explicar algo que a pessoa não tem a menor idéia. Por isso “achadores” não têm o meu respeito.
“Acho” que vai funcionar porque “acho” que toda ação é válida (ah é? Então me prove. Historicamente, alguma coisa realmente funcionou?)
“Acho” que não vai funcionar porque “acho” que é tudo conspiração (tá bom, me mostre a conspiração). Não está acontecendo nada de errado (sabe que além dos artigos da Veja com ambientalistas de direita existem outras fontes né, amiguinho?).
—————————————————
2. Sobre o vegetarianismo
Tenho que avisar que não só já fui vegetariana, vegan e até crudívora como ainda tenho muitos amigos e conhecidos que são ativistas pelo vegetarianismo.
Nessa área conheço dois tipinhos clássicos:
O vegetariano radical que não só acha que está fazendo todo o certo para um planeta melhor como não anda com pessoas que não são vegetarianas, não namora com pessoas que não são vegetarianas e só sabem conversar sobre vegetarianismo.
O “carnívoro” que de tão ignorante pensa que “vegetariano só come alface”.
Pra mim as pessoas do primeiro grupo são todas segregadoras e acham que estão cheias de razão só porque sabem de uma coisinha verdadeira (fatos científicos provam todos os benefícios para saúde, meio ambiente e economia que o vegetarianismo bem praticado traz, isso não dá para negar) – muitas vezes se esquecem que a saúde pessoal ou o meio ambiente não são relacionados só ao que você come ou veste – é tudo uma questão de estilo de vida. Ter amigos e saber conversar sobre arte também traz saúde.
As pessoas do segundo grupo são simplesmente ignorantes. Podem saber muita coisa sobre várias coisas, mas insistem em acreditar em bobagens como “só tem proteína na carne” ou “leite de caixinha é saudável”. Gente narrow-minded mesmo.
Pessoalmente assim que desisti de me chamar de vegetariana desisti de conversar sobre isso – muitos vegetarianos são um porre e quando o assunto é carne os “carnívoros” são um porre ao quadrado.
Ah sim, caso não conheça, o blog processado é o Ato ou Efeito. Li os artigos sobre vegetarianismo lá e só tenho duas conclusões:
O pessoal do AOE é o segundo tipinho. Eu poderia responder cada frase ignorante com um link de artigo científico diferente, se eu ainda me envolvesse nesse tipo de discussão.
O pessoal que processou eles não têm o que fazer da vida, só pode. Pelamordedeus né, processar um blog porque falaram mal da sua “seita”? Me poupe.
—————————————————

Quando se trata de assuntos como esse deixo bem longe o ditado “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. Prefiro é que nem falem de mim. Meu lugar é em cima do muro onde continuo me achando superior como uma boa pisciana.
E não, eu não acredito necessariamente em astrologia.
—————————————————
Ps.: vejam a diferença entre um post em cima do muro e um levantando bandeira. É só comparar este aqui com o post do Bruno ou os do Ato ou Efeito. É o que falei lá em cima.
%d 08UTC %B 08UTC %Y
Um passarinho azul já deve ter contado o que eu acho do estereótipo de mulherzinha moderna de revista.
Aquelas que acordam cedo, tomam um banho com todos os produtos de beleza que existem, vão tomar café da manhã em uma mesa cheia de frutas, iogurtes que fazem bem para o intestino, uma criança fofinha e comportada e um marido lindo e gostosão. Depois elas colocam um terninho bege e vão para o “trabalho”. Nunca se sabe que trabalho é esse, mas ela sempre está de terninho bege e óculos.
Depois ela vai para a academia, faz compras, chega em casa (limpinha e maravilhosa) e passa veneno contra insetos. Brinca com a criança no quintal. Anoitece e ela, como em um passe de mágica, vira uma mulher fatal. Tira o terninho e o óculos, coloca uma lingerie. Solta o cabelo que está sedoso graças aos shampoos maravilhosos que ela compra e vai lá fazer amor com o marido gostosão.
————-
Hoje é o dia da mulher. Não é um boom do comércio como o dia das mães ou o natal, nem vende-se tantas flores. Mas é nessa época, semana e mês “da mulher”, que só se fala nessa mulher modernina aí de cima.
As revistas femininas têm um padrão de mulher. Ela cozinha, lava, passa, cuida das crianças, tem um cabelo lindo e vai trabalhar todo dia de terninho. Além de ser super antenada, ter seu próprio blog e querer cada dia um sexo mais livre e cheio de orgasmos. Ela tem um carro com todos os lugares para colocar bugigangas e super seguro para as crianças.
————-
Eu quero parabenizar as mulheres. Mas não essas aí. Simplesmente porque elas não existem.
Quero parabenizar aquelas mulheres de verdade.
Aquelas que acordam quando ainda tá de noite, lá na cidade metropolitana, tomam um banho, comem um pão com margarina e um café com leite, pegam um ônibus e vão trabalhar de calça jeans.
Aquelas que chegam em casa quando já é de noite e não podem brincar com as crianças no quintal.
Aquelas que não têm quintal.
Aquelas que não têm crianças.
Aquelas que gostam dos seus homens. E aquelas que gostam de suas mulheres.
Aquelas que gostam de ficar sozinhas.
Aquelas que não têm tempo, todos os dias, de passar os cremes que deveriam.
Aquelas que não têm dinheiro para comprar cremes.
Aquelas que não nasceram lindas e gostosas e mesmo assim vivem como se não fossem jogadas de lado por causa disso.
Aquelas que não nasceram ricas e não se dão ao luxo de ir para a academia ou comprar uma roupa nova por mês.
Aquelas que não vivem com as unhas longas e sexies porque precisam lavar roupa e louça.
————-
Quero parabenizar principalmente as mulheres de verdade que sonham e correm atrás dos seus sonhos. Que têm um plano para sua vida. As mulheres de verdade que estão por aí, livres leves e soltas. Nós vemos essas mulheres todos os dias. E algumas de nós são essas mulheres.
Feliz dia da mulher =)
————-
Men, I feel like a woman
%d 05UTC %B 05UTC %Y
Alguns blogs que encontro por aí tem nomes muito divertidos e inteligentes. Fico muito contente, e com um pouco de inveja, de saber que tem gente com tanta criatividade por aí! rs… são eles:
Le Gordon Bleu: do amigo Wavel. Blog de culinária com um trocadilho super divertido com a Le Cordon Bleu.
Lente Aberta: do amigo Luc. Blog de fotografia que faz um trocadilho com “mente” e “lente”. Esperto!
Penso, logo pesquiso: da amiga Carol Reine. Blog de tecnologia com uma frase bem famosa transformada em pura atualidade.
Everywhere a Pic-Pic: da colega do Curitiblogs Bárbara. O texto embaixo do título do blog explica tudo, vá lá! =] “Old McDonald had a cam, E-I-E-I-O…”
Seo de brigadeiro: um blog relativamente novo da Ana Martins. Sobre SEO (juuuuura). Amei!
Esse pessoal merece os parabéns por essas idéias brilhantes e também pelos blogs! =]
%d 16UTC %B 16UTC %Y
O post anterior estava pronto faz uns 2 meses já. Deixei ele lá para postar em uma segunda (e hoje é terça, whatever). Já tava com a lista, era só eu colocar os links dos vídeos e fazer os comentários engraçadinhos. Hoje eu resolvi postar, fiz a pesquisa dos vídeos enquanto rolava meu shuffle no Itunes.
E do meu Itunes uma música brotou nos meus fones: War Is Over. Do John Lennon e da Yoko Ono.
Não faz tanto tempo assim que ouvi essa música com “outros ouvidos”, realmente prestando atenção. Na realidade foi quando estava aprendendo inglês e conseguia realmente entender o que era dito (isso faz uns… 6 anos).
Pois bem. Acho engraçado que essa música seja tocada somente no natal. Sim, o tema da música é o Natal e seu “segundo nome” é “Happy Xmas”, mas a música é tão mais que isso.
Sabe, é uma música tipicamente riponga. Vamos acabar a guerra. Paz e amor. Mimimimimi.
Isso não a impede de ser uma mensagem verdadeira, pois a guerra nada mais é do que a filha mais nova de todos os outros problemas que temos por sermos demasiadamente humanos.
Olha, eu sempre choro quando escuto essa música. Procurei um vídeo no Youtube para colocar aqui no blog e me deparei com o mais visualizado de todos. É este aqui. Não sei quem fez, mas a única coisa que me passou na cabeça foi: a consequência de estarmos nessa situação é o fato de muitas pessoas olharem isso e não se abalarem. Parece algo totalmente inconsistente a se falar, mas é o que eu pensei.
Mas o que realmente me fez parar e pensar que a humanidade é uma merda foi um comentário que foi feito nesse vídeo:
“We really haven’t made any progress have we.”
Infelizmente a resposta é: não, meu amigo. Não fizemos progresso algum.
%d 14UTC %B 14UTC %Y
Ele escreve obituários, ela é dançarina.
Ele: Quando dava seis horas nós ficávamos em volta do computador e líamos a página do dia seguinte, fazíamos os ajustes finais, colocávamos alguns eufemismos para nos divertirmos…
Ela: Por exemplo?
Ele: Ele era um cara jovial – significava que ele era alcóolatra. Ele valorizava a privacidade – gay. Ele aproveitava sua privacidade – extremamente gay.
Ela: Qual seria o meu eufemismo?
Ele: Ela era… estonteante.
Ela: Isso não é um eufemismo.
Ele: Sim, é.
Não, essa não é a cantada infalível. É só um exemplo de uma cantada infalível.
Desculpe desapontar quem estiver lendo, mas a cantada infalível não tem receita. Não existe esta ou aquela que funcionam com todos os pretendentes – seja você homem um mulher. O que muita gente não sabe é que as cantadas mais infalíveis são aquelas que se encaixam no contexto do momento, com aquela pessoa, com aquela conversa, com aquele timing.
A cantada infalível é a criatividade
A cantada que usei como exemplo, tirada do filme “Closer“, mostra como todas as cantadas deveriam ser: dentro do contexto da conversa, com criatividade.
As clássicas de pedreiro como “ô, lá em casa” ou “xuxu da minha marmita” podem até divertir, mas não vão fazer alguém ficar sem palavras.
E se o seu objetivo é conquistar alguém (seja por um momento, uma noite ou por muito tempo) você tem que deixar a pessoa sem palavras. ;)
%d 14UTC %B 14UTC %Y
Escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho?
Cada um tem pelo menos um sonho bem guardadinho, só seu, e que pretende fazer, nem que seja uma só vez. Na minha opinião temos que fazer mesmo, sem medo, qualquer coisa que seja reversível. Pois é, eu não acho que temos que fazer “o que der na telha”, somente o que podemos reverter em caso de arrependimento.
Na famosa frase que citei acima “ter um filho” é algo para se pensar duas vezes. Afinal ter o seu próprio pimpolho é algo irreversível e ele pode ser uma gracinha quando bebê, mas nunca se sabe se ele vai precisar de você até os 18, 20 ou 50. Nunca se sabe se ele não vai te matar para ficar com a herança (ué, vamos ser realistas né!). Nunca se sabe se ele vai ganhar um Oscar… é algo imprevisível.

Eu tenho dois filhos, mas eles não vão me assassinar pra ficar com a herança… rs… esse aí de cima é um deles. =)
Sobre escrever um livro e plantar uma árvore: são idéias interessantes. Eu já plantei uma árvore. Agora só me falta escrever um livro. Do jeito que sou tagarela com as palavras escritas não duvido que isso aconteça antes dos 30! rs…
%d 07UTC %B 07UTC %Y
Hoje uma vendedora de telemarketing me ligou e percebi que essas vendas por telefone estão cada vez mais ousadas! Fiquei indignada… abaixo um “resumo” da ópera:

- Boa noite! A Claudia Regina está?
- Sim, é ela.
- Oi Claudia!! Tudo bem? (não me deixou responder) Então, você gosta de inglês, sua família gosta de inglês? (não me deixou responder novamente) Sou da editora Globo e a revista Época está com uma promoção super legal, você assina e revista e ganha um curso completo de inglês!
- Desculpe, eu já falo inglês.
- Fluentemente?
- Sim, fluentemente.
- E ninguém que mora com você teria interesse?
- Eu moro sozinha (contendo um risinhos).
- Bom, eu vejo aqui que você assina a Marie Claire, você não tem interesse em uma revista mais informativa?
Pausa: ótima vendedora, hein? Me chamando de burra por tabela ¬¬” já me irritei
- Ah, as revistas informativas eu pego todas grátis na internet. Assino a Marie Claire justamente porque não tem disponibilidade na internet.
- Mas você não tem interesse em uma revista mais informativa, Época, Galileu?
- Eu leio tudo na internet.
- …
- …
- E o que você faz hein, Claudia?
- Eu trabalho com fotografia.
- Ah! Então tenho uma revista ótima para você! A Criativa! Ela da sua área!
Pausa: vejam o site da Criativa. Parece uma revista de fotografia para vocês? Nem pra mim, e eu já sabia disso.
- Eu prefiro esperar terminar minha assinatura da Marie Claire, depois assino uma outra revista.
- (aqui ela falou um monte de como a Criativa é essencial para a minha vida).
- Fica pra próxima amiga, vou esperar acabar a assinatura da Marie Claire.
- Eu vejo aqui que você já terminou de pagar a assinatura da Marie Claire!
- (pensando: “por que diabos eles têm todos esses dados?!”) Sim, já terminei de pagar mesmo.
- Então! Você pode assinar a Criativa com (aqui os preços imperdíveis), é uma revista ótima para complementar o seu trabalho e a Marie Claire.
- Fica pra próxima! Estou economizando.
- Não é um gasto! É um investimento no seu trabalho e no seu conhecimento.
Pausa: a Criativa é um investimento no meu conhecimento? Me poupe! Queria ter dito que não preciso ficar esperando uma revista chegar todo mês porque tenho acesso a muito mais conhecimento em uma busca no Google, mas não tava tão ácida assim.
- Deixa eu confirmar o seu endereço? É na Rua Fulano de Tal, número tal? Bairro tal?
- É esse mesmo.
- Então eu vou estar te mandando o primeiro exemplar da Criativa em embalagem impermeável e segura…
-… pera lá! Eu já disse que não vou assinar a revista hoje!
- Mas você confirmou o endereço! Você tava confirmando, pensei que você tava confirmando a compra e…
Pausa: que audácia!
- Olha, faz o seguinte, você deve ter o meu e-mail aí, manda um e-mail com essas suas promoções e se houver interesse eu entro em contato.
- (aqui ela explica porque a promoção só é válida naquele momento e por telefone)
- EU NÃO VOU ASSINAR. FICA PARA A PRÓXIMA.
- Tá bom, obrigada… tchau. (super brava)
¬¬”
Me poupe, né?
%d 07UTC %B 07UTC %Y
Paixão. Porque é menos complicado e mais gostoso.

E eu coloquei essa foto aqui porque tem vermelho. E dizem que vermelho é a cor da paixão. Então tá.
Pergunta 45 do Projeto 365 Perguntas
%d 04UTC %B 04UTC %Y
Antes de partir para as perguntas 40 e 41 do Projeto 365 Perguntas vou falar um pouco sobre a beleza:

"Ditadura da beleza"
Fico indignada quando escuto alguém falando uma besteira como: "é um absurdo essa mídia de hoje em dia com essa ditadura da beleza dizendo como todos devem ser magros"
Pera lá! Vamos por partes:
Ditadura da beleza?
Será que o conceito de beleza é algo que se impõe? Talvez existam tendências, escolas e hypes – mas beleza mesmo, aquela da essência, não se discute. As artes estão aí para provar isso.
Porém, quando passamos a falar sobre a beleza do corpo humano na realidade estamos nos referindo à reação dos outros seres humanos. Normalmente eu diria "do sexo oposto", mas ultimamente tenho percebido que esse termo vai entrar em desuso muito cedo. Assim como piadinhas de gays/viados/sapatões estão cada dia mais perdendo a graça. Uma pausa para darmos uma viva à evolução – já era hora.
Para não ficar dúvidas: ninguém pensa na beleza intrínseca da Mulher Melancia – aliás, se quiser se divertir pergunte para um homem se ele pode falar mais sobre a beleza intrínseca da Mulher Melancia -, os homens simplesmente pensam que ela é gostosa. E quando se usa o termo gostosa é porque estamos falando de comer ela (no bom sentido). E, se estamos falando de comer a Mulher Melancia, então quer dizer que essa beleza não tem nada de intrínseca! Muito pelo contrário, ela é dependente da atração sexual resultante da bunda enorme daquela guria! Então a beleza dela depende de uma atração sexual instintiva do ser humano (os motivos para peitos e bundas serem os preferidos você encontra a um Google de distância!).
Resumindo: Beleza – com B maiúsculo – não se discute.
Não existe ditadura da beleza de uma música ou de uma obra de arte, pois é uma beleza intrínseca.
Não existe ditadura da beleza dos nossos corpos, pois é uma beleza baseada em algo que é igual em todos nós: instinto [sexual].
É claro que, ainda bem, não somos somente corpinhos passeando por aí. Temos cérebro e usamos ele bastante, então isso também ajuda na hora da atração. Por isso já vou dizendo: não sou "contra" gordos. Não acho todos os gordos feios. Assim como não acho todos os magros bonitos. Se eu usasse só meus instintos, seria assim, mas não é o que acontece. Eu uso meu cérebro para criar outras "margens de corte". Barba, óculos, esperteza, audácia, sarcasmo: são coisas que me atraem, independente do peso de seu portador.

Hoje em dia?
Na época das cavernas era diferente de hoje? Mais para frente, na idade média, será que era diferente? Por mais que em algumas épocas ser gordinho fosse chique, não quer dizer que fosse bonito. Tanto que reis e socialites de suas épocas não se contentavam com suas mulheres gordinhas e chiques. Se fôssemos falar de beleza, mesmo mesmo, eles preferiam a escravas magrinhas e sedutoras.
Época é irrelevante para instintos, a não ser quando falamos em períodos de bilhões de anos. Como o ser humano está longe dessa marca, o instinto de uma gordinha moderna de hoje lutando pelos direitos de seu Big Mac está no mesmo patamar do instinto de uma mulher sendo puxada pelos cabelos lá na época da pedra polida. Se pudessem escolher as duas iriam preferir passar uma noite com o Jhonny Deep do que com o Jô Soares – e desculpe te decepcionar, mas não é a mídia que disse isso não, afinal a mulher das cavernas não assistia novela.
Então chegamos na mídia
Claro que mídia não é só televisão e revistas, mas com certeza são os meios mais utilizados para a suposta ditadura da beleza ser espalhada. Vou ser simples e direta nesse ponto: são empresas de pessoas que querem sobreviver assim como eu e você, e fazem o que for por isso. Se o público se interessa por Mulher Melancia, é Mulher Melancia que eles colocarão na mídia. Que mania de querer uma mídia fofinha e politicamente correta que busca a paz mundial.
Quer verdadeira intelectualidade e fatos? Vá ler um livro, pesquisar e estudar. O papel da mídia não é mais – se é que já foi – o de ser a única fonte de informação inteligente e séria ou notícias importantes. Na realidade o papel da mídia – e quando falo "da mídia" me refiro principalmente à TV e Revistas – agora é divertir. Papel necessário, é claro, pois ninguém é de ferro e pode escolher como quiser sua forma de diversão.
Finalmente chegamos na magreza
Essa história de luta pelos direitos de ser gordo e "comer feliz o que acha gostoso" para mim tem cara de coisa que o McDonald’s criou. Sociedades e grupos de gordinhos nos Estados Unidos existem em montes, só para celebrar o fato de que eles sim vivem a vida felizes comendo bastante. Desculpe, mas para mim eles só estão celebrando o enriquecimento de empresas privadas que não estão nem um pouco preocupadas com elas – além de "celebrar" sérios problemas de saúde relacionados à obesidade (e não são poucos). Ser gordo não é questão de opinião pessoal, pois não é "opcional". É algo que infelizmente faz mal à saúde.
Sempre digo: se a pessoa é magra não quer dizer que ela é necessariamente saudável, pois existem formas para ficar esbelto que são o oposto de saúde: vide transtornos alimentares, dietas malucas e exercícios sem moderação. Porém, quando uma pessoa é saudável (não só no quesito alimentação, mas todo o estilo de vida), ela é necessariamente magra, e pronto.
É claro que nós, como indivíduos, não nos resumimos à nossa aparência. Mas um padrão de beleza existe e isso não podemos discutir.
Agora, vamos às perguntas! :)
Qual parte do seu corpo você gostaria de mudar? Todo ele, é claro! Ué, por que o espanto? Sou um ser humano oras bolas, sempre estou descontente com o que tenho!
Qual parte do seu corpo você não mudaria de jeito nenhum? Ok, ignorando a resposta acima: gosto do formato do meu rosto. Minha boca também é legal, talvez manteria. Ah é, a cintura. Minha cinturinha de pilão eu deixaria intacta! \o/
Página 2 de 13<12345678910>...>>