Quando tenho crises de Pollyanna sim, me sinto uma criança. Inocente e vendo o mundo todo colorido. Inclusive, meu primeiro post no blog foi durante uma crise de Pollyanna… rs… mas elas são leves. Positiva sou sempre, mas às vezes sou uma positiva ligeiramente reclamona!
Agora, se tem uma coisa de criança que eu adoraria fazer hoje…
…é acordar em um dia de frio e dizer: “hoje eu não vou!”. Tudo bem que eu não era paga para ir para a aula… mas eram bons tempos. Ser estudante é bom por isso, ninguém depende de sua presença na aula (a não ser naqueles dias de apresentação em grupo que sempre tem um que dá o cano! rs…). Queria que alguém tivesse me falado para aproveitar mais aquelas manhãs debaixo das cobertas quentinhas, pois isso não volta.
Essa foi a minha foto do dia (já estou no quinto dia do projeto 365 fotos!).
Isso porque por mais que eu não tenha feito balé propriamente dito, da forma que gostaria, fiz Ginástica Rítmica, e nossa equipe treinava muita coisa de dança e balé, além de GR. Então tive um contato bem próximo (tanto da beleza das apresentações quanto da dor de treinar e se esticar ao máximo).
Desde que me entendo por gente amo balé. Para ser mais específica: balé clássico. Essas apresentações de balé contemporâneo me irritam um pouco, sempre querendo passar alguma mensagem revolucionária ou idéia camuflada. Balé clássico tem simplesmente a beleza incomparável, sem desculpas. Fico babando mesmo.
De dançar acho que nunca tive aquele dom, mas de assistir… não existe coisa mais linda. O que me deixa triste é que aqui em Curitiba raramente aparece uma boa apresentação de balé clássico. E o clássico não pode ser meia boca, tem que ser bom mesmo – ou não sentimos a magia.
Para inspirar quem também gosta dessa arte, um vídeo com uma apresentação de Romeu e Julieta:
Acho que é minha consciência dizendo que eu tenho que parar de fazer somente coisas que trazem dinheiro e voltar a fazer coisas que simplesmente dão prazer. Estou começando a fazer isso aos poucos… e uma das coisas que mais gosto de fazer é desenhar. Sem pretenção, sem ser projeto de logotipo, personagem ou rascunho de layout.
Desenhar simplesmente o que passa pela cabeça e o que me desperta a criatividade…
Mas voltando ao sonho pesadelo: eu estava andando na rua e vi uma escola de desenho, pequena e apertada. Entrei e perguntei o preço. Não lembro quanto era. Só sei que tinha um velhinho que era o dono da escola e veio falar comigo. Perguntou se eu já desenhava algo e eu disse que sim, nessa hora – como é de se esperar em sonhos – percebi que estava com uma pasta com desenhos meus. Mostrei para o velhinho e ele começou a olhar e apontar milhões de defeitos em todos eles, falando “não, você não sabe desenhar.” Foi triste. No sonho eu chorei.
Acordei pensando nisso: “caramba, preciso voltar a desenhar por desenhar”. Vim correndo ver alguns desenhos nas minhas pastas só para me convencer que eu sei fazer isso mesmo, ao contrário do que o velhinho from hell me disse no meu próprio sonho. Vasculhando meu DeviantArt acho que tudo vai ficar bem, não desenho tão mal assim, ainda há esperança.
Achei lá inclusive um desenho que preciso terminar faz mais de um ano.
E se desenhar está tão fora de órbita, imagina pintar… também tenho uma pasta cheia de rascunhos para telas, um rolo de tela aqui do meu lado pronto para ser pintado, mas quem disse que faço isso?
A última tela que fiz postei aqui no blog. Foi em Outubro do ano passado. =T
A pergunta 38 do Projeto 365 Perguntas diz: qual foi a pior cantada que você já deu ou recebeu?
Bom, eu nunca cantei ninguém, então não houve uma pior cantada de minha parte. Não sou do tipo “mulher moderninha” que acha que tem que ter direitos iguais entre machos e fêmeas. Sou antiquada e acho que o homem é que tem que correr atrás. rs…
Já as cantadas recebidas… essas foram algumas! A maioria das infames são clássicas. Juro que já houvi uma assim:
“Me empresta um cartão?” – “por quê?” – “quero ligar pra minha mãe e dizer que encontrei a nora dos sonhos dela!”
Tem mais, meu nome é Claudia e tinha uma época que meu apelido era “Mel”, pela falta de semelhanças entre os dois nomes eu costumava ouvir bastante comentário assim:
“Seu apelido é Mel por que você é doce como mel?”
Mas essa nem sempre era cantada. Era só um comentário “brilhante” que todo mundo fazia. kkkkk… Aliás, ainda fazem. Não sei porque não passa pela cabeça das pessoas que alguém já fez a piadinha!
Os anos 50/60 parecem ter sido anos interessantes para se viver. Porém, dificilmente eu decidiria voltar ao passado. Gosto muito dos costumes, da liberdade e da tecnologia do presente.
Talvez o futuro seja legal, mas como não tenho certeza se a humanidade vai durar muito, acho que agora é a época certa para eu viver, estou contente com o hoje =D
Embora minhas férias estejam longe (aliás, longe meeeeeeeeesmo, infelizmente), queria aproveitá-las para sair de Curitiba. Como está longe acredito que eu consiga guardar um dinheiro para fazer uma bela viagem para o local que mais quero conhecer na América: Machu Picchu. Levando em consideração que um pacote interessante está custando mais ou menos R$ 3.000, provavelmente conseguirei ir nas próximas férias. =)
Quero tirar belas fotos de lá… olha só que lindas as construções feitas pelos incas e as paisagens feitas pela natureza:
Tem um concurso na Globo (ou tinha, não sei) que faz parte do programa do Luciano Huck e chama-se Soletrando. Vou colocar aqui um vídeo que critica a fase final explicando a manipulação que foi feita no resultado… mas na realidade o meu ponto não é esse. Que a Globo é manipuladora todo mundo sabe. O que eu queria apontar aí é o espírito curitibano da candidata paranaense. Não tenho certeza se ela é de Curitiba, mas pelo jeitinho de humilhar o Luciano em pleno programa deve ser… rs… Acidez pura!
Como já comentei, se eu ao menos tivesse uma televisão no máximo assistiria CQC… rs…
22. Espero ser uma velhinha sábia e fofinha. Daquelas com cabelo branco enrolado em um coque, agulhas de tricô sempre à mão e uma resposta afiada para as perguntas dos jovens sempre na ponta da língua. =)
Olha só eu velhinha!!! rs…
23. Qual é a música que você escuta e te faz relembrar uma época boa?
É incrível, mas eu realmente AMO música. Músicas de quase todos os estilos, todas têm seu charme. Então são muitas, mas muitas mesmo, que marcaram épocas boas. Músicas animadas da época de baladinhas, românticas (uma para cada pretendente… rs… às vezes duas!), e músicas simplesmente inteligentes.
Neste caso não vou comentar de uma música específica que marcou uma época boa, e sim uma que tranforma qualquer momento em um momento bom: What a Wonderful World, Louis Amstrong.
“Eu vejo bebês chorando, e assisto eles crescerem. Eles vão saber muito mais do que eu jamais saberei”
A pouco tempo atrás eu utilizava o aparelho mais podre da Nokia com Vivo CDMA e estava muito muito feliz. Os preços eram razoáveis, o aparelho funcionava bem – enfim – eu estava muito bem com essa combinação, obrigada.
Acontece que tive que trocar meu celular e, depois de manter-me com a marca Nokia por bastante tempo, adquiri um aparelho LG. Como a Vivo mudou, tive que mudar também, agora estou na vivo GSM. Achei que seria uma boa mudança mas…
Houston, we have a problem!
O primeiro problema que me aconteceu foi alguns dias depois de comprar o aparelho LG Easy. Os sons simplesmente pararam de funcionar! Não tocava o despertador, não tocava para avisar de ligação ou mensagem. Não tinha som. Foi só desligar, retirar a bateria e colocar de novo para voltar a funcionar – o que é simples, mas nunca aconteceu com os meus aparelhos Nokia.
Depois percebi outro problema, não sei se é culpa do aparelho ou da nova tecnologia GSM da Vivo: muita interferência. Quando o telefone está procurando sinal, recebendo ligação ou mensagem minhas caixinhas de som do computador piram e fazem um barulho de interferência terrível. E isso se repete com vários eletrônicos em volta.
Também não sei se o terceiro problema é com o aparelho ou a operadora, mas o celular às vezes perde o sinal do nada. Simplesmente fica sem sinal, em um lugares que sempre tem sinal. Consequentemente o celular fica procurando sinal e a bateria dura pouquíssimos dias.
Não é a coisa mais linda do mundo? Eram duas bolinhas de pelo! rs…
Um dia como única lembrança:
Nunca tive um dia específico tão especial para ser minha única lembrança. Achei que seria fácil escolher entre os dias de minha vida, mas não é. Dos marcos “normais” da vida de todos tive o dia que passei no vestibular, o primeiro emprego, a primeira menstruação… rs… mas vou escolher mesmo o dia equivalente ao nascimento de um filho (o que não me aconteceu!): o dia que meus gatinhos vieram filhotes e pequeninos para cá. Foi muito gostoso curtir esse dia com eles.
Um momento como única lembrança:
Um orgasmo! kkkkkkkkkkkk
Uma pessoa:
Escolher só uma é muito difícil. Mas me veio a mente alguém que é muito especial, acho que por ser muito parecida comigo e entender bem o que penso: minha madrasta, Jô.