Nenhum! O problema está nos seres humanos que insistem em usar seres inocentes para lucrar ou como objeto de decoração. Eu sempre fui contra compra de animais de estimação porque acredito que fazer desses pequenos amigos um negócio é algo inaceitável. Amigo não se compra – ainda mais quando existem muitos deles abandonados e querendo amor.
Quando a Renata Correa indicou no grupo do LuluzinhaCamp um vídeo sobre a criação de Cães de Raça na Inglaterra a minha opinião sobre o assunto só foi reforçada. Abaixo o vídeo na íntegra, com legendas em português, para que todos possam ver e conhecer a crueldade praticada contra seres do bem:
Cães de raça são bichinhos criados para sofrer. Pense neles na hora de escolher um novo amigo!
O documentário brasileiro “Crianças, a alma do negócio” é incrível. Ele fala sobre o consumismo infantil no país e, embora seja direcionado à publicidade para as crianças, tenho que admitir: serve direitinho para muitos adultos que conheço.
Tem um ditado que diz que a diferença entre meninos e homens está no preço de seus brinquedos. É basicamente isso, guardadas as devidas proporções os nossos adultos são assim também: querem carros, querem celulares, querem viajar para exibir as fotos, as mulheres querem vestir roupas mínimas para serem desejadas…
Tá tudo aí, na nossa frente. Entre crianças e adultos, estamos todos agindo da mesma forma.
O trailer:
O documentário está inteiro no YouTube, comece vendo a Parte 1.
Ah, tem outro documentário sobre o consumismo que é bacana, chama-se History of Stuff e você pode encontrá-lo abaixo. O mais legal é que a moça que apresenta é muito simpática, é bem legal de assistir.
Um dos filmes que sempre assistia repetidamente, todos os finais de semana, com a minha irmã era Aladdin. Embora obviamente a história do gênio e desejos (que até onde sei não são 3 e sim ilimitados) não tenha nascido aí foi no filme que conhecemos.
Quando eu era um pouco menor (nem tanto assim), sempre pensava em desejos. O que eu pediria numa situação dessas. Quais são as únicas coisas que eu não consigo sozinha? As únicas coisas na vida que só a mágica poderia fazer? Esses dias pensei de novo, e cheguei a conclusão que três pedidos seriam mesmo o suficiente:
1. Muuuito dinheiro
Quem diz que dinheiro não traz felicidade é porque tem sobrando. Eu tento fazer tudo mesmo com dinheiro limitado, mas bem que muito, muito dinheiro seria interessante. Por exemplo: equipamento de fotografia, reforma na casa que está caindo aos pedaços, festa do casamento… coisas que vou demorar para fazer, e só aos poucos, porque não tenho dinheiro.
E sim, eu consigo muito dinheiro trabalhando (dizem), mas não instantaneamente. Muito dinheiro sem fazer nada só nascendo rica ou ganhando por mágica mesmo.
2. Beleza
Outra coisa que faria minha vida muito mais fácil seria arrumar todos os meus defeitos de beleza. Sem celulites, cabelo sedoso, peito, bunda… parece vazio para você? Pois saiba que não é. Só quem não nasceu linda vai concordar comigo que a vida é muito mais difícil. Vivemos com pessoas o tempo todo, e somos julgados o tempo todo. É uma coisa que fica ali, “empacando” a vida. E beleza… bom, se não for por mágica só nascendo de novo! rs
3. Clientes
Esse seria meu desejo mais atual. Queria bons clientes. Claro que tenho alguns bons clientes. Esses sempre tento tratar da melhor forma possível pois são raros. Como freelancer a gente encontra cada cliente… pessoas que não entendem que eu faço o meu trabalho pois entendo disso, pessoas que escrevem emails INTEIROS EM MAIÚSCULAS ou sem nenhuma pontuação misturando as frases e confundindo tudo sendo que pelo que me lembro quando eu estava lá pela quinta série a gente aprendeu a estrutura de cartas e tudo mais e emails nada mais são do que cartas de qualquer forma essas pessoas devem ter faltado a essa aula e olha que eu estudei em colégio público hein!
Sério: ter clientes que saibam escrever e que saibam que quem entende da minha especialidade sou eu, e não eles, é o meu sonho.
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Agora você me pergunta: e a paz mundial? Essa é uma coisa que pode ser feita sem mágica, então eu não pediria. Eu teria que mudar o pensamento de todas as pessoas do mundo, ou a paz não duraria nem um dia. E eu não iria desperdiçar um desejo assim rs…
Gosto de comédias românticas. Gosto de filmes de amor bem feitos e perfeitos. E esse é um deles. Nunca mais penso em outra coisa quando escuto a palavra “Cassiopeia“.
Assisti alguns minutos do Pangea Day que aconteceu no início de maio e um curta metragem me chamou muito a atenção.
É uma produção francesa que conta a história de um rapaz que entra no metrô e, ao invés do tradicional discurso “eu poderia estar roubando, mas estou pedindo“, ele fala que procura as 5 milhões de solteiras que uma revista teria divulgado existirem no país. Depois de contar os motivos que o torna um bom partido – incluindo aí uma generosa renda – diz que está a procura do amor e que se houver alguma interessada que desça na próxima estação.
Acontece que… não posso contar… o fim é surpreendentemente triste e cruel. Assista e verá.
Você já teve a curiosidade de ver a cena do filme “O pecado mora ao lado”, de Marylin Monroe, quando o vento do metrô levanta seu vestido?
Pois é, sempre nos contentamos com a foto né? Porém, depois que vi uma propaganda de um festival de filmes da Marilyn (acho que ano passado) fiquei super curiosa para ver a tal cena. Na propaganda só passava ela falando algo como: “Olha o metrô passando! Não é delicioso?!”…
Charmosa como sempre, Marilyn conseguiu deixar essa cena marcada na mente de todas as pessoas. Esses dias passeando pelo YouTube lembrei de procurar, e aqui está:
Continuando a indicar filmes clássicos e “musiquísticos”… Dirty Dancing é de longe um dos meus favoritos. Ele tem a ingenuidade – e bota ingenuidade nisso – típica dos filmes desse estilo e época (como já comentei sobre o filme FlashDance) mas isso não é um defeito. Por ele ser simples e agradável é que eu gosto tanto de assistí-lo.
Uma aulinha de inglês rápida agora: dirty significa, ao pé da letra, “sujo (a)”. Porém também podemos usar dirty para dizer “sacana”. Creio ser a melhor tradução possível… rs… dirty talking, por exemplo, é falar sacanagem. Dirty dancing, então, não significa nada mais do que uma dança extremamente sensual (para ser mais exata, sexual). Para quem já viu o filme isso tudo faz sentido.
Quem não viu vai ficar morrendo de curiosidade depois dessa minha explicação… rs…
Aliás, na tradução para o português o filme foi chamado de “Dirty Dancing – Ritmo Quente“. Até que faz sentido, embora eu tenha um certo ódio dessa mania de colocar subtítulo em tudo quanto é filme trazido pro Brasil. Acho que o nome original devia ser sempre conservado.
“Em anexo” dois vídeos: 1º: a grand-finale dança dos protagonistas ao som de “(I’ve had) The Time of my Life”. Emocionante. 2º: uma reconstrução da dança final do filme pelos participantes do programa britânico “Dancing with the Stars” (a versão original do “Dança com Famosos” do Faustão, nem preciso dizer que mil vezes melhor que este). Quase tão lindo quanto o original.
Dirty Dancing – (I’ve Had) The time of my Life
Dirty Dancing – Dancing with the Stars (Tony Dovolani & Cheryl Burke)
Vi esse filme com minha maninha novamente e é incrível como ele é lindo! Super clássico! A história é, comparando com as mais atuais, pra lá de ingênua, mas não deixa de ser um filme que vale a pena ver e rever e rever… rs… sem falar que musicais e todos esses filmes de dança me cativam demais! Desde os mais antigos como este Flashdance ou Dirty Dancing até os mais atuais como Chicago. Adoro! ^^
Coloquei aqui a última cena, mais famosa, com ela fazendo a audição. :)
O vídeo da audição não está mais disponível no YouTube, então coloquei aqui outra cena, da protagonista dançando uma apresentação, no início do filme. A cena dela na cadeira com água caindo é tão famosa quanto a da audição. :)