A pergunta 38 do Projeto 365 Perguntas diz: qual foi a pior cantada que você já deu ou recebeu?
Bom, eu nunca cantei ninguém, então não houve uma pior cantada de minha parte. Não sou do tipo “mulher moderninha” que acha que tem que ter direitos iguais entre machos e fêmeas. Sou antiquada e acho que o homem é que tem que correr atrás. rs…
Já as cantadas recebidas… essas foram algumas! A maioria das infames são clássicas. Juro que já houvi uma assim:
“Me empresta um cartão?” – “por quê?” – “quero ligar pra minha mãe e dizer que encontrei a nora dos sonhos dela!”
Tem mais, meu nome é Claudia e tinha uma época que meu apelido era “Mel”, pela falta de semelhanças entre os dois nomes eu costumava ouvir bastante comentário assim:
“Seu apelido é Mel por que você é doce como mel?”
Mas essa nem sempre era cantada. Era só um comentário “brilhante” que todo mundo fazia. kkkkk… Aliás, ainda fazem. Não sei porque não passa pela cabeça das pessoas que alguém já fez a piadinha!
Os anos 50/60 parecem ter sido anos interessantes para se viver. Porém, dificilmente eu decidiria voltar ao passado. Gosto muito dos costumes, da liberdade e da tecnologia do presente.
Talvez o futuro seja legal, mas como não tenho certeza se a humanidade vai durar muito, acho que agora é a época certa para eu viver, estou contente com o hoje =D
Gosto de comédias românticas. Gosto de filmes de amor bem feitos e perfeitos. E esse é um deles. Nunca mais penso em outra coisa quando escuto a palavra “Cassiopeia“.
Embora minhas férias estejam longe (aliás, longe meeeeeeeeesmo, infelizmente), queria aproveitá-las para sair de Curitiba. Como está longe acredito que eu consiga guardar um dinheiro para fazer uma bela viagem para o local que mais quero conhecer na América: Machu Picchu. Levando em consideração que um pacote interessante está custando mais ou menos R$ 3.000, provavelmente conseguirei ir nas próximas férias. =)
Quero tirar belas fotos de lá… olha só que lindas as construções feitas pelos incas e as paisagens feitas pela natureza:
Tem um concurso na Globo (ou tinha, não sei) que faz parte do programa do Luciano Huck e chama-se Soletrando. Vou colocar aqui um vídeo que critica a fase final explicando a manipulação que foi feita no resultado… mas na realidade o meu ponto não é esse. Que a Globo é manipuladora todo mundo sabe. O que eu queria apontar aí é o espírito curitibano da candidata paranaense. Não tenho certeza se ela é de Curitiba, mas pelo jeitinho de humilhar o Luciano em pleno programa deve ser… rs… Acidez pura!
Como já comentei, se eu ao menos tivesse uma televisão no máximo assistiria CQC… rs…
Assisti alguns minutos do Pangea Day que aconteceu no início de maio e um curta metragem me chamou muito a atenção.
É uma produção francesa que conta a história de um rapaz que entra no metrô e, ao invés do tradicional discurso “eu poderia estar roubando, mas estou pedindo“, ele fala que procura as 5 milhões de solteiras que uma revista teria divulgado existirem no país. Depois de contar os motivos que o torna um bom partido – incluindo aí uma generosa renda – diz que está a procura do amor e que se houver alguma interessada que desça na próxima estação.
Acontece que… não posso contar… o fim é surpreendentemente triste e cruel. Assista e verá.
Daqui a pouco vão pensar que meu blog só fala de música… rs… mas é que procurando o vídeo da Vanessa da Mata cantando “Eu sou neguinha?” – que a pouco descobri ser uma música do Caetano Veloso – para colocar no post anterior eu achei outro vídeo legal…
..a Cássia Eller cantando “Eu sou neguinha?“! E não querendo desmerecer a Vanessa da Mata… mas caramba. Como é possível uma pessoa sentadinha, tocando o violão, sem nem fazer esforço algum cantar desse jeito? Aquelas pessoas que parecem que estão falando, tamanha a facilidade de cantar! Ouça com seus próprios ouvidos… rs…:
Como eu disse: sim, eu me impressiono com a música – mais especificamente com alguns músicos.
Neste sábado (14/06/2008) o Shopping Curitiba ofereceu o show da turnê Sim, da Vanessa da Mata, para os participantes da promoção de Dia dos Namorados do Shopping.
Minhas considerações sobre essa promoção
Coincidentemente eu comprei o presente do meu namorado no Curitiba e quando o vendedor disse “ah, você ganha os ingressos para o show da Vanessa da Mata” fiquei feliz! Primeiro porque não era promoção estilo sorteio, era do tipo “comprou-ganhou“. A cada R$ 400,00 em compras no shopping a pessoa ganhava automaticamente um par de ingressos para uma das duas sessões exclusivas que foram realizadas no Teatro Guaíra.
Demora um pouco, mas acho que depois que Shoppings e lojas perceberem que – do ponto de vista do consumidor – é muito mais efetivo fazer promoções que distribuam prêmios de menor valor para todos os participantes do que fazer promoções mágicas onde somente 1 ou dois ganham um prêmio de valor altíssimo – como um carro.
Não precisa ser necessariamente o show da última turnê de uma das “musas” da MPB do momento, mas é claro que eu adorei a idéia! rs…
Agora sobre o show…
Lindo, lindo, lindo.
Produção: o show quase não atrasou, a iluminação estava fantástica, tudo super organizado… o show “rolou” super naturalmente, gostoso de assistir.
Músicas: apesar de conhecer mais as músicas do CD “Essa boneca tem manual” e aquelas mais famosas da cantora, todo o show foi bem legal de ouvir. Intercaladas algumas músicas novas com as mais conhecidas e todas com o ritmo delicioso típico da Vanessa da Mata.
Vanessa: uma simpatia só! Teve até uma hora do show que ela errou e nem se abalou por isso… rs… de repente, no meio da música “Eu sou neguinha?” ela fala: “PAROU!” – e a banda parou de tocar – “Errei, gente!”… rs… foi legal, principalmente porque ouvi duas vezes a minha música preferida – que depois descobri que nem é dela… *disfarça!*
Acho que esse pessoal que faz música tem algum parafuso a mais, não é possível.
Consigo entender códigos HTML e CSS tranquilamente, mas não consigo entender bulhufas de notas, tons e cifras. Mesmo não entendendo nada técnico sei que tem músicas que são boas (como a maioria das mais atuais) mas tem músicas que são indiscutivelmente maravilhosas.
É o ritmo? É a harmonia? É a voz? É a letra?
Não sei. Só que tem música que eu não consigo escutar sem me impressionar, todas as vezes.
Uma delas é essa da Whitney Houston, I Have Nothing. Alguém me explica como isso pode ser tão cativante:
Take my love, I’ll never ask for too much
Just all that you are and everything that you do
***
Aceite o meu amor, eu nunca vou pedir muito
Somente tudo o que você é e tudo que você faz
Essas paradinhas, essa cantora maravilhosa, essa letra… me impressiono mesmo (alguém não?).
22. Espero ser uma velhinha sábia e fofinha. Daquelas com cabelo branco enrolado em um coque, agulhas de tricô sempre à mão e uma resposta afiada para as perguntas dos jovens sempre na ponta da língua. =)
Olha só eu velhinha!!! rs…
23. Qual é a música que você escuta e te faz relembrar uma época boa?
É incrível, mas eu realmente AMO música. Músicas de quase todos os estilos, todas têm seu charme. Então são muitas, mas muitas mesmo, que marcaram épocas boas. Músicas animadas da época de baladinhas, românticas (uma para cada pretendente… rs… às vezes duas!), e músicas simplesmente inteligentes.
Neste caso não vou comentar de uma música específica que marcou uma época boa, e sim uma que tranforma qualquer momento em um momento bom: What a Wonderful World, Louis Amstrong.
“Eu vejo bebês chorando, e assisto eles crescerem. Eles vão saber muito mais do que eu jamais saberei”