Frases Profundas [3]
Diversos
23/01/2008
"Estando em cima do chão e embaixo do céu qualquer lugar para mim tá bom"
Zeca Pagodinho
"Estando em cima do chão e embaixo do céu qualquer lugar para mim tá bom"
Zeca Pagodinho
Eu já ouvi essa história antes. Pessoas jogando com suas comparações, mas não deixam espaço para a imaginação. Eu quero mudar isso, mas sei que não é fácil assim. Então eu viro a página e leio de novo, de novo, e de novo. Com certeza me parece tudo a mesma coisa, com nomes diferentes! Estamos quebrando e reconstruindo, crescendo sempre achando, nunca sabendo.
Nós somos impressionantes mas não somos nada! Somos apenas momentos… espertos mas ingênuos. Somos apenas humanos, interessantes e confusos. Estamos até tentando, mas para aonde tudo isso está nos levando?
Nunca saberemos
Nossos corações são fortes, nossas cabeças são fracas. Assim nós só ficaremos competindo, nunca sabendo.
*
I heard this old story before
Where the people keep on playing for their metaphors
But don’t leave much up to the imagination,
So I, wanna give this imagery back
But I know it just ain’t so easy like that
So I turn the page and read the story again
and again and again
It sure seems the same, with a different name
We’re breaking and rebuilding
and we’re growing
always guessing
Never knowing
We’re shocking but we’re nothing
We’re just moments, we’re Clever but we’re clueless
We’re just human, amusing and confusing
Were trying but where is this all leading?
We’ll Never Know
Our hearts are strong our heads are weak
We’ll always be competing
Never knowing
LINK PARA A MÚSICA COMPLETA NO YOUTUBE
Uns trechos aleatórios que gosto de uma musiquinha do Jack Johnson (Never Know – "Nunca saberemos") para acalmar os nervos e me deixar mais humana. Ah, a tradução foi meio espontânea para deixar com cara de texto, não música (rs… em português não tem musicalidade nenhuma mesmo xD).
*Com certeza minha preferida dele.
Nessa foto não dá para ver a feira, mas foi tirada do Largo da Ordem, no domingo, enquanto ela se realizava. Não tenho como provar, só acredite em mim.
Domingo é dia de feira em Curitola.
Obs.: Eu acho que tenho que parar de falar em Curitiba. Daqui a pouco meu blog vai deixar de ser sobre variedades para ser sobre essa bendita cidade aonde vivo e convivo faz 15 anos. Mas tá, só mais esse post sobre a cidade Sorriso nesta semana. Quem quiser saber mais, procure na Wikipedia u.u
Como eu ia dizendo, domingo é dia de feira. Todo turista que se preze fica sabendo da "feirinha de artesanato", "feirinha hippie" ou "feirinha do largo da ordem". Ela tem comidinhas (uma tapioca que é o ó-do-borogodó), artesanatos (jura?), roupas, acessórios, decoração, inutilidades, hippices no geral…
A dica que os turistas normalmente não seguem é:
Vá cedo.
Eles pensam que só porque estão de férias merecem um descanso a mais no hotel. E decidem ir à feira só lá por 10/11 horas da manhã. Terrível, terrível engano. Principalmente em época de "festividades", quando está mais calor do que nunca, essa é a pior hora para fazer isso. Se o sol parece estar no seu auge de caloridade quando eu saio para trabalhar (8:15), imagine como está às 10. Imagine ao meio dia.
Pois é, bem nessas horas o pessoal decide ir. Todos. Todos juntos. Em uma feira que tem de espaço "andável" cerca de 1 metro por corredor. Fora o espaço de "parar para dar uma olhadinha nisso que sei que não vou comprar mas me chamou a atenção".
Gente. O sol das 8 da manhã é quase o mesmo, fora o fato de ser delicadamente mais gostoso. Garanto que vale a pena acordar um pouquinho mais cedo no domingo, se quiser ter uma visita na feira aproveitável e divertida, sem pisões ou empurrões embaixo de sol escaldante.
Deixe o horário das 10 ao final da feira para os curitibanos, porque nós não estamos de férias e queremos dormir até mais tarde.
Além do mais, eu não entendo: as "nights" de sábado curitibanas costumam terminar antes da meia noite, não tem porque dormir tanto u.u
(as "nights" de dia de semana raramente existem, as sobreviventes começam a levantar as cadeiras bem mais cedo do que qualquer pessoa de bom senso imaginaria ser uma boa hora para fazer isso, e as pessoas de bom senso não moram aqui, garanto)
Início de 2008 e eu só escuto pessoas ou reclamando que todos na praia só escutavam a musiquinha da tropa de elite ou relembrando dos belos dias na praia regados à musiquinha da tropa de elite.
Nessas horas fico feliz de ter ficado guardadinha em casa, em plena Curitiba – que durante o período de férias de verão se muda provisoriamente para o litoral, onde também pode ser chamada de "Caiobá" – dentro de minha querida casa, escutando Marisa Monte, Zeca Baleiro e Elis Regina.
Curitiba tem o dom de se mudar para o litoral nas férias de verão, e não é só isso. Você já ouviu falar alguém falar: "estou indo passar o feriado em Curitiba"?????
É claro que não. Uma entre um googol de pessoas diz essa frase e normalmente não a concretiza. Só se for muito bicho do mato do interior e estiver vindo ver "os parente". Mas isso também não é tão comum. Normalmente ambos (curitibanos e respectivos parentes do mato) viajam para algum lugar melhor. É só perceber na programação da TV estadual: em tempos normais, a programação é voltada totalmente para a capital. No verão, só se fala em litoral, afinal todas as pessoas da capital estão lá mesmo.
Deixando os exageros de lado: de acordo com dados confirmados, a população de Curitiba chega a, mais ou menos, 2 milhões de habitantes. Segundo dados não confirmados, Caiobá recebe cerca de 1 milhão e meio de turistas no verão. Mesmo que levemos em consideração que meio milhão vem de outros lugares (coisa que dificilmente acontece porque é uma praia feia e sem graça), já é garantido que, no mínimo, metade de Curitiba está lá.
Pelo menos 1 milhão de pessoas que não conseguem tirar a musiquinha da tropa de elite da cabeça… rs…
Para os trabalhadores das áreas de marketing, artes gráficas e design, o site da campanha NO-SPEC é fantástico. É um convite para participar de um grupo de pessoas que não aceitam que os clientes desvalorizem seu trabalho ao fazer um pedido do tipo: "faz para mim um site/logo/anúncio/arte e se eu gostar, compro".
É claro que, por ser um meio cheio de "sobrinhos de primos de vizinhos" (dificilmente isso acontece em outras áreas) e sem uma regulamentação ou organização, acaba ficando difícil evitar que alguns profissionais (ou não) façam isso. Desse jeito essas profissões são desvalorizadas e o cliente acha que tem o direito de usar o trabalho do profissional, sua criatividade e tempo, para depois decidir se vai pagar.
O próprio site da campanha NO-SPEC explica isso. Inclusive em uma página constam 10 razões para não aceitar esse tipo de trabalho. Vou colocar aqui duas delas traduzidas livremente por mim, com algumas modificações. Original no link acima.
Basicamente, profissionais de Comunicação Visual (design gráfico, web, ilustração) vendem duas coisas: idéias e tempo. Trabalhos especulativos, por definição, pedem do designer um investimento de tanto tempo quando de idéias sem nenhuma garantia de pagamento por isso.
Um design de sucesso precisa de um investimento por parte do designer para pesquisar apropriadamente a empresa do cliente, área de concorrência e público alvo para o projeto. Como a maioria dos projetos especulativos são feitos em com o tempo apertado, a pesquisa adequada não é feita, resultando em designs que são só "carinhas bonitas", não um design estratégico baseado em fatos e que garante resultados.
Uma observação: já fiz muitos trabalhos assim, mas realmente, não compensa. Chega de folia que meu trabalho não é brincadeira.
Se você é daqueles que sempre está com um livro embaixo do braço, vai gostar desses dois sites que vou indicar.
PARA COMPARTILHAR
O primeiro é um site super bacana e super 2.0… Shelfari é o “facebook” dos livros. Uma estante onde você coloca os livros que tem, já leu, quer ler, está lendo… tudo de forma bem simpática e compartilhável. Você pode ver quem já leu aquele livro, pode escrever sobre ele, e ler o que os outros escreveram. Além de poder interagir com outros sites ao colocar widgets do Shelfari nas suas páginas (como essa “estantezinha” em flash no meu blog, na coluna da direita).
Enfim, super personalizável e legal! Compartilhar livros é uma idéia ótima! =)
PARA COMPRAR E VENDER
O outro site é o Estante Virtual. Ele é um “sebão” onde você procura o livro que quer e faz a busca em muitos (mesmo) sebos do Brasil inteiro. É praticamente impossível não achar o que você quer, não é?
Além disso, quem se cadastra como “leitor” (ou seja, quem está procurando por livros para comprar) também pode vender! Os “leitores” tem um limite de 100 livros para cadastrar e vender, sem comissão! Um site super útil assim não é fácil de encontrar hein! =)
Segundo a revista “Time” o telefone-computador-palm-e-tudo-mais da Apple é a invenção mais legal do ano. A própria revista listou os problemas do aparelho:
“É difícil de digitar. É muito lento. É muito grande. Não tem sistema de mensagens instantâneas. É muito caro. Não tem capacidade para os meus e-mails do trabalho. É exclusivo da [operadora de telefone] AT&T”
Folha Online
Porém, a Time reconheceu que o design e o potencial de evolução foram critérios que colocaram o IPhone à frente.
Por isso que eu sou super fã da Apple e do Google. Eles sabem e eles reconhecem a importância do design nos seus produtos e serviços. Como designer eu não poderia pensar diferente… rs… para mim são empresas nota 10! =)
Apesar de tudo eu não teria um IPhone, no momento. Talvez quando ele estiver mais evoluído… rs…
Em homenagem ao dia de finados (mais conhecido como “feriado de 2 de novembro”) um post sobre uma revolução tecnológica na área mais certa da nossa vida. Uma lápide com vídeo.

Tela de vídeo na Lápide: um modo de lembrar de quem se foi, com estilo.
A idéia da empresa responsável pela idéia é simples e prática: uma tela de 7″ mostra um vídeo de momentos especiais escolhidos pelos parentes para relembrar do falecido. O vídeo fica na lápide do indivíduo e ao tocar de um botão qualquer um pode ver um clipe personalizado de 5 a 8 minutos.
O mais interessante é que nem precisa recarregar. O troço funciona à energia solar e dura anos.
É mole ou quer mais?
Mais um quadro saindo do forno. “Seed kiss” porque imaginei a sementinha crescendo por causa do beijo da moça…
Óleo sobre tela, como de costume. Nu, como de costume. Porém, dessa vez, não é uma “moça triste”, como de costume… rs… está a venda, quem quiser é só avisar… ;)

Seed kiss, óleo sobre tela.