Alecrim dourado

Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado

Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim

 

 

Uma cantiga antiga para alegrar o restinho de fim de semana… (no meu computador diz que ainda são 15:30h. Acho que é hora de arrumar esse relógio para não me encher de esperanças rs…)

Autor Claudia Regina Categoria Poesia e música Comente Comente!

Line Art com Photoshop e Pen Tool

Bom, tenho uma série de tutoriais soltos por aí (soltos nada, estão todos no fórum que participo… rs…) e resolvi postá-los aqui para quem se interessar! (só porque não tenho atualizado isso aqui e de vez em quando é bom, não posso decepcionar meus milhões (2) de leitores… rs…)

O primeiro que vou adicionar aqui é um vídeo tutorial de como realizar a lineart (contorno) de desenhos escaneados ou fotografados utilizando o software Photoshop e a ferramenta Pen Tool. É um dos jeitos mais simples de se fazer essa tarefa e o resultado normalmente fica bem simpático.

Praticamente a mesma técnica pode ser usada para outros programas, com resultado semelhante.

DOWNLOAD: Quem quiser, é só fazer o download clicando AQUI. Para quem não conhece, está hospedado no site "File Front", caso apareça uma propaganda é só clicar lá em cima em "continue to file front" e depois em "Download now".

Tutorial: LineArt - o vídeo
Programa: Photoshop CS3 (podem ser usadas outras versões)
Tempo de vídeo: 4min
Formato: .wmv
Hospedado no: Filefront.com
Tamanho: 9,77 MB
Sem legendas
Com narração

Dance Monkeys, dance

Um vídeo bem legal, forte, mas legal.

Frases Profundas [3]

"Estando em cima do chão e embaixo do céu qualquer lugar para mim tá bom"
Zeca Pagodinho

Autor Claudia Regina Categoria Frases profundas Comente Comente!

Nunca saberemos

Eu já ouvi essa história antes. Pessoas jogando com suas comparações, mas não deixam espaço para a imaginação. Eu quero mudar isso, mas sei que não é fácil assim. Então eu viro a página e leio de novo, de novo, e de novo. Com certeza me parece tudo a mesma coisa, com nomes diferentes! Estamos quebrando e reconstruindo, crescendo sempre achando, nunca sabendo.

Nós somos impressionantes mas não somos nada! Somos apenas momentos… espertos mas ingênuos. Somos apenas humanos, interessantes e confusos. Estamos até tentando, mas para aonde tudo isso está nos levando?
Nunca saberemos

Nossos corações são fortes, nossas cabeças são fracas. Assim nós só ficaremos competindo, nunca sabendo.

*

I heard this old story before
Where the people keep on playing for their metaphors
But don’t leave much up to the imagination,
So I, wanna give this imagery back
But I know it just ain’t so easy like that
So I turn the page and read the story again
and again and again
It sure seems the same, with a different name
We’re breaking and rebuilding
and we’re growing
always guessing
Never knowing
We’re shocking but we’re nothing
We’re just moments, we’re Clever but we’re clueless
We’re just human, amusing and confusing
Were trying but where is this all leading?
We’ll Never Know

Our hearts are strong our heads are weak
We’ll always be competing
Never knowing

LINK PARA A MÚSICA COMPLETA NO YOUTUBE

Uns trechos aleatórios que gosto de uma musiquinha do Jack Johnson (Never Know - "Nunca saberemos") para acalmar os nervos e me deixar mais humana. Ah, a tradução foi meio espontânea para deixar com cara de texto, não música (rs… em português não tem musicalidade nenhuma mesmo xD).

*Com certeza minha preferida dele.

A arte de ficar doente

Já vou avisando que este é um post de revolta. Não vou dar nomes aos bois, mas não se sinta ofendido se você nunca agiu assim comigo.

Na realidade, ninguém gosta de ficar doente, e eu também não. Não gosto de agulhas, remédios líquidos (aquelas pílulas até que tudo bem), exames e hospitais, fazer xixi em potinho, médico tentando explicar de forma bem didática para pobres mortais como funciona a rebimboca da parafuseta do seu corpo… enfim. Isso tudo é tedioso. Só tedioso. E eu nunca tive tantos problemas assim com o tédio.

Só não tente ficar doente se você é como eu: costuma se alimentar de alguma forma um pouco diferente (será que é pecado não gostar de peixe?) e é esbelta (o que normalmente, nas revistas, é algo bom, mas na vida real é motivo para dizerem que você não come ou tem anorexia e que ficará doente a qualquer momento).

Claro que todo mundo que come as porcarias comuns por aí e tem uma barriguinha de chopp tem todo o direito de pegar uma gripe ou uma apendicite. Mas é claro que, se você é como eu, qualquer tipo de doença vai acontecer por causa dos seus "hábitos estranhos".

Quando isso acontece comigo o tédio comentado acima some. Some porque algumas pessoas à minha volta, aquelas mais ignorantes que normalmente já me tirariam do sério, conseguem fazer isso com mais força. O tédio dá lugar à indignação.

Fico indignada com a burrice (só para não repitir ignorância, embora saiba que não são a mesma coisa: na realidade eu queria só dizer burrice mesmo).

 

Eu não respondo de forma agressiva, até porque são pessoas que no fundo (bem no fundo) têm um bom coração. Só o cérebro que não é tão bom assim. Pois agora vou responder do jeitinho que eu deveria, se fosse alguém de sangue frio correndo das veias.

 

Primeiro que é muito comum, ao mencionar que eu não costumo tomar refrigerante, comer muitos industrializados ou ingerir carne que as pessoas perguntem: "Ahhhh, e o que você come então? Salada"? E lá vai eu, toda educadinha, explicar que eu como igual todo mundo, que vegetais, grãos, sementes, castanhas… tudo isso é muito gostoso e pode ser comido de outra forma senão na de salada… etc…

Na realidade eu gostaria de responder que essa pessoa devia olhar para o próprio prato porque é mal educado ficar bisbilhotando o que os outros comem ou não comem. Cada um come o que quiser, e se você acha que eu vou morrer, parabéns, você também vai. Principalmente com essa barriga cheia de fritura e o corpo com milhões de doenças prontinhas para nascer, num piscar de olhos. Nem vou falar daqueles que fumam.

Outra coisa muito comum é me chamarem de "naturalista" ou "naturista". Bom, é só alguém dizer isso e eu já percebo o nível de inteligência da pessoa. Normalmente o objetivo dela é ser irônica falando de um jeito sofisticado que sou "natural". Mas normalmente elas não sabem que naturalismo é uma escola literária e naturismo é uma filosofia de vida que inclui idéias de liberdade, como andar nu (peladão).

A não ser que ela ache que eu sou uma escritora do milênio passado ou esteja cega e não consiga ver que estou vestindo roupas, é simplesmente uma pessoa burra.

Nessas horas o que faço é dar um risinho de pena e continuar a vida. Na verdade gostaria de falar quais são os reais significados das palavras utilizadas e avisar que tanto "naturalistas", "naturistas", "pessoas normais" (como essas ignorâncias se consideram) e a deusa aqui têm o direito de ficar doentes. E que, mesmo se eu quisesse ser "natural", isso seria impossível vivendo em uma capital, com o ritmo de vida que tenho, no país que vivo, com os objetivos de vida que tenho. Não comer bosta de lanchonete, doce feito só para viciar e cadáver não é ser natural, é ser um pouquinho consciente do que quem faz esses "alimentos" quer de mim (aposto cincão que não é minha saúde, e mais cincão que é meu dinheiro). Acho que quem está aí nesse mundo e não vê certas coisas é burro mesmo.

Me desculpe, "senhores normais" se eu não vendo o meu corpo para que grandes empresas de porcarias "alimentícias" ganhem dinheiro. Se vocês fazem questão, beleza, fiquem à vontade. Só não venham de chamar de "natural" ou de "menina que não come nada e depois fica doente".

 

 

Por fim, gostaria de dizer aos preciosos mas ignorantes seres que me cercam, que para viver livre de doenças não adianta só comer "bonitinho", a saúde é uma somatória de fatores da vida. Temos que nos alimentar bem, estar em um ambiente agradável, com pessoas agradáveis, e em paz com nós mesmos. Quem disse que eu tenho tudo isso?

Me alimentar de forma consciente não quer dizer que sou perfeita e não tenho problemas.

 

Hoje estou radical, normalmente não sou tão incompreensiva, normalmente, no final das contas, fico quieta… e dou um risinho. :)

Autor Claudia Regina Categoria Para pensar, Vida Comente Comente!

53% Geek

53% Geek

Para quem quer saber o seu percentual de nerdisse esse teste (em inglês) é super divertido!!! A introdução já diz:

"Você já perdeu as chaves do carro e desejou que a vida tivesse um ctrl+f?"

Isso eu já fiz! De perder coisas e pensar "ahhh, um ctrl+f"…. mas o mais bizarro é que quando estou fazendo algo manual como escrever ou desenhar às vezes a mente manda a mão para o "ctrl+z", se erro algo. É incrível… rs… de qualquer forma, o site disse que sou 53% geek! Que tal hein!? rs…

Renovação

Já é clichê falar das "renovações" que fazemos no ano novo. 2008 tá aí e está todo mundo fazendo faxina, jogando restos no lixo, vendo o que é necessário para continuar o ano….

Tá, eu admito que tive que fazer faxina. Mas não foi por causa do ano novo. Coincidentemente está tudo em reforma por aqui então é reforma, mudança e faxina ao mesmo tempo. O triste é que só fica tudo realmente arrumado em uma semana.

Antes disso, resolvi fazer minha faxina interior. Não, não estou falando da alma… rs… estou falando do meu querido instrumento de trabalho, diversão e negócios. Meu computadorzinho. Meu querido, companheiro para todas as horas, computadorzinho.

Depois de muitos cd’s, hackeamentos, instalações e formatações, ele está novinho em folha, como se eu tivesse comprado hoje. Meu acabadinho Windows XP já está devidamente customizado para parecer um Mac (quem não tem cão caça com gato, não é mesmo? rs…), meu system tray está limpinho, nenhum erro ao iniciar, nenhuma coisa misteriosa aparecendo no meio do trabalho… tudo legal.

 

Admito que uma formatação para mim traz uma leveza na alma… rs…

Autor Claudia Regina Categoria Uncategorized Comente Comente!

Clouds on a Sunday Morning

 
Nessa foto não dá para ver a feira, mas foi tirada do Largo da Ordem, no domingo, enquanto ela se realizava. Não tenho como provar, só acredite em mim.

Domingo é dia de feira em Curitola.

Obs.: Eu acho que tenho que parar de falar em Curitiba. Daqui a pouco meu blog vai deixar de ser sobre variedades para ser sobre essa bendita cidade aonde vivo e convivo faz 15 anos. Mas tá, só mais esse post sobre a cidade Sorriso nesta semana. Quem quiser saber mais, procure na Wikipedia u.u

 

Como eu ia dizendo, domingo é dia de feira. Todo turista que se preze fica sabendo da "feirinha de artesanato", "feirinha hippie" ou "feirinha do largo da ordem". Ela tem comidinhas (uma tapioca que é o ó-do-borogodó), artesanatos (jura?), roupas, acessórios, decoração, inutilidades, hippices no geral…

A dica que os turistas normalmente não seguem é:

Vá cedo.

Eles pensam que só porque estão de férias merecem um descanso a mais no hotel. E decidem ir à feira só lá por 10/11 horas da manhã. Terrível, terrível engano. Principalmente em época de "festividades", quando está mais calor do que nunca, essa é a pior hora para fazer isso. Se o sol parece estar no seu auge de caloridade quando eu saio para trabalhar (8:15), imagine como está às 10. Imagine ao meio dia.

Pois é, bem nessas horas o pessoal decide ir. Todos. Todos juntos. Em uma feira que tem de espaço "andável" cerca de 1 metro por corredor. Fora o espaço de "parar para dar uma olhadinha nisso que sei que não vou comprar mas me chamou a atenção".

Gente. O sol das 8 da manhã é quase o mesmo, fora o fato de ser delicadamente mais gostoso. Garanto que vale a pena acordar um pouquinho mais cedo no domingo, se quiser ter uma visita na feira aproveitável e divertida, sem pisões ou empurrões embaixo de sol escaldante.

Deixe o horário das 10 ao final da feira para os curitibanos, porque nós não estamos de férias e queremos dormir até mais tarde.

 

Além do mais, eu não entendo: as "nights" de sábado curitibanas costumam terminar antes da meia noite, não tem porque dormir tanto u.u

(as "nights" de dia de semana raramente existem, as sobreviventes começam a levantar as cadeiras bem mais cedo do que qualquer pessoa de bom senso imaginaria ser uma boa hora para fazer isso, e as pessoas de bom senso não moram aqui, garanto)

Autor Claudia Regina Categoria Fotos, Vida Comente 3 comentários

Paparapaparapaparapapa

Início de 2008 e eu só escuto pessoas ou reclamando que todos na praia só escutavam a musiquinha da tropa de elite ou relembrando dos belos dias na praia regados à musiquinha da tropa de elite.

Nessas horas fico feliz de ter ficado guardadinha em casa, em plena Curitiba - que durante o período de férias de verão se muda provisoriamente para o litoral, onde também pode ser chamada de "Caiobá" - dentro de minha querida casa, escutando Marisa Monte, Zeca Baleiro e Elis Regina.

Curitiba tem o dom de se mudar para o litoral nas férias de verão, e não é só isso. Você já ouviu falar alguém falar: "estou indo passar o feriado em Curitiba"?????

É claro que não. Uma entre um googol de pessoas diz essa frase e normalmente não a concretiza. Só se for muito bicho do mato do interior e estiver vindo ver "os parente". Mas isso também não é tão comum. Normalmente ambos (curitibanos e respectivos parentes do mato) viajam para algum lugar melhor. É só perceber na programação da TV estadual: em tempos normais, a programação é voltada totalmente para a capital. No verão, só se fala em litoral, afinal todas as pessoas da capital estão lá mesmo.

Deixando os exageros de lado: de acordo com dados confirmados, a população de Curitiba chega a, mais ou menos, 2 milhões de habitantes. Segundo dados não confirmados, Caiobá recebe cerca de 1  milhão e meio de turistas no verão. Mesmo que levemos em consideração que meio milhão vem de outros lugares (coisa que dificilmente acontece porque é uma praia feia e sem graça), já é garantido que, no mínimo, metade de Curitiba está lá.

Pelo menos 1 milhão de pessoas que não conseguem tirar a musiquinha da tropa de elite da cabeça… rs…

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